Cerca de 20 profissionais do setor participaram no Green Film Lab, o workshop internacional dedicado à sustentabilidade que decorreu em Lisboa, entre os dias 7 e 9 de novembro. Entre os participantes contaram-se produtores, realizadores, argumentistas, consultores de sustentabilidade e representantes de film commissions, que se reuniram no Heden Alvalade, espaço que acolheu a iniciativa.
O grupo teve oportunidade de desenvolver as suas competências no âmbito da sustentabilidade, adquirindo conhecimentos e ferramentas que poderão aplicar no contexto de uma produção. Ao longo destes três dias, os participantes dividiram-se em grupos de trabalho, onde puderam elaborar planos de sustentabilidade para projetos em diferentes fases de desenvolvimento.

No dia 8 de setembro, a iniciativa promoveu uma sessão aberta a profissionais portugueses, onde Ana Marques, diretora executiva da Portugal Film Commission, deu a conhecer o trabalho de incentivo à produção sustentável que tem sido desenvolvido no país. Durante a manhã, destaque, ainda, para a apresentação do protocolo Green Film e do caso de estudo de 18 Buracos para o Paraíso, o primeiro projeto português a ser certificado pela Green Film, que foi apresentado por Andreia Nunes.
O programa contou com os especialistas Giovanni Pompili, Head of Studies do Green Film Lab, Louise Marie Smith, fundadora e diretora-geral da Neptune Sustainability, Dörte Schneider Garcia, presidente da Repensar – Associação de Green Consultants de Portugal, e Lucie Trémolières, argumentista e realizadora com enfoque em respostas emocionais à crise ambiental.
O Green Film Lab terminou no passado domingo, 9 de novembro, com a apresentação final dos trabalhos, num formato que simulou uma reunião de apresentação dos projetos e dos seus planos de sustentabilidade. Esta foi uma iniciativa do Torino Film Lab e do Green Film, organizada pelo Museo Nazionale del Cinema e a Trentino Film Commission, com o apoio da Portugal Film Commission e do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).





